sexta-feira, 30 de maio de 2014

Educação no Brasil


Espera-se que a educação no Brasil resolva, sozinha, os problemas sociais do país. No entanto, é preciso primeiro melhorar a formação dos docentes, visto que o desenvolvimento dos professores implica no desenvolvimento dos alunos e da escola.


 Ao propor uma reflexão sobre a educação brasileira, vale lembrar que só em meados do século XX o processo de expansão da escolarização básica no país começou, e que o seu crescimento, em termos de rede pública de ensino, se deu no fim dos anos 1970 e início dos anos 1980.
Com isso posto, podemos nos voltar aos dados nacionais:

O Brasil ocupa o 53º lugar em educação, entre 65 países avaliados (PISA). Mesmo com o programa social que incentivou a matrícula de 98% de crianças entre 6 e 12 anos, 731 mil crianças ainda estão fora da escola (IBGE). O analfabetismo funcional de pessoas entre 15 e 64 anos foi registrado em 28% no ano de 2009 (IBOPE); 34% dos alunos que chegam ao 5º ano de escolarização ainda não conseguem ler (Todos pela Educação); 20% dos jovens que concluem o ensino fundamental, e que moram nas grandes cidades, não dominam o uso da leitura e da escrita (Todos pela Educação). Professores recebem menos que o piso salarial (et. al., na mídia).

Frente aos dados, muitos podem se tornar críticos e até se indagar com questões a respeito dos avanços, concluindo que “se a sociedade muda, a escola só poderia evoluir com ela!”. Talvez o bom senso sugerisse pensarmos dessa forma. Entretanto, podemos notar que a evolução da sociedade, de certo modo, faz com que a escola se adapte para uma vida moderna, mas de maneira defensiva, tardia, sem garantir a elevação do nível da educação.
Logo, agora não mais pelo bom senso e sim pelo costume, a “culpa” tenderia a cair sobre o profissional docente. Dessa forma, os professores se tornam alvos ou ficam no fogo cruzado de muitas esperanças sociais e políticas em crise nos dias atuais. As críticas externas ao sistema educacional cobram dos professores cada vez mais trabalho, como se a educação, sozinha, tivesse que resolver todos os problemas sociais.
Já sabemos que não basta, como se pensou nos anos 1950 e 1960, dotar professores de livros e novos materiais pedagógicos. O fato é que a qualidade da educação está fortemente aliada à qualidade da formação dos professores. Outro fato é que o que o professor pensa sobre o ensino determina o que o professor faz quando ensina.
O desenvolvimento dos professores é uma precondição para o desenvolvimento da escola e, em geral, a experiência demonstra que os docentes são maus executores das ideias dos outros. Nenhuma reforma, inovação ou transformação – como queira chamar – perdura sem o docente.
É preciso abandonar a crença de que as atitudes dos professores só se modificam na medida em que os docentes percebem resultados positivos na aprendizagem dos alunos. Para uma mudança efetiva de crença e de atitude, caberia considerar os professores como sujeitos. Sujeitos que, em atividade profissional, são levados a se envolver em situações formais de aprendizagem.
Mudanças profundas só acontecerão quando a formação dos professores deixar de ser um processo de atualização, feita de cima para baixo, e se converter em um verdadeiro processo de aprendizagem, como um ganho individual e coletivo, e não como uma agressão.
Certamente, os professores não podem ser tomados como atores únicos nesse cenário. Podemos concordar que tal situação também é resultado de pouco engajamento e pressão por parte da população como um todo, que contribui à lentidão. Ainda sem citar o corporativismo das instâncias responsáveis pela gestão – não só do sistema de ensino, mas também das unidades escolares – e também os muitos de nossos contemporâneos que pensam, sem ousar dizer em voz alta, “que se todos fossem instruídos, quem varreria as ruas?”; ou que não veem problema “em dispensar a todos das formações de alto nível, quando os empregos disponíveis não as exigem”.
Enquanto isso, nós continuamos longe de atingir a meta de alfabetizar todas as crianças até os 8 anos de idade e carregando o fardo de um baixo desempenho no IDEB. Com o índice de aprovação na média de 0 a 10, os estudantes brasileiros tiveram a pontuação de 4,6 em 2009. A meta do país é de chegar a 6 em 2022.

Eliane da Costa Bruini
Colaboradora Brasil Escola
Graduada em Pedagogia
Pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo - UNISAL

Fonte: http://www.brasilescola.com/educacao/educacao-no-brasil.htm

Postado por:
Bruna Diniz e Guilherme Lima
Graduandos do Curso de Pedagogia e Bolsistas do PET.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Resultado Final da Seleção de Bolsistas do PET/Pedagogia 2014



Curso de Pedagogia
Programa de Educação Tutorial – PET
Seleção de Bolsistas PET/Pedagogia – 2014

FICHA-SÍNTESE DA ENTREVISTA

Nomes
Exam. 1
Exam. 2
Exam. 3
Exam. 4
Exam. 5
Exam. 6
Média
Juliana Myrtis
9.5
8.5
9.0
9.0
8.0
9.0
9.0
Katiana Galdino
7.5
8.0
8,5
8.0
7.0
8.5
8,0
Janiéli Silvestre
6.5
7.0
7.5
7.0
6.0
6.5
7.0

RESULTADO FINAL

Nomes
1ª Etapa
Entrevista
CRA
Média
Resultado
Juliana Myrtis
7.5
9.0
7.4
7.9
APROVADA E CLASSIFICADA
Katiana Galdino
7.0
8.0
8.4
7,8
APROVADA E CLASSIFICADA
Janiéli Silvestre
7,0
7,0
7.7
7.2
APROVADA









Melânia Mendonça Rodrigues
  (Tutora do PET-Pedagogia)



Campina Grande 30 de Maio de 2014.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Resultado Parcial da Seleção do PET- Pedagogia







UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE
CENTRO DE HUMANIDADES
UNIDADE ACADÊMICA DE EDUCAÇÃO
                                                   CURSO DE PEDAGOGIA
                                     PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL – PET
                                                SELEÇÃO DE BOLSISTAS 2014.1


Resultado da etapa eliminatória

NOME
MÉDIA
JANIELE
7.0
JULIANE
7.5
KATIANA
7.0
ROBERTA
5.0

 




Horário das entrevistas – Local – PET/ Pedagogia

HORÁRIO
CANDIDATA
14h 30min
JANIELE
15h
JULIANE
15h 30min
KATIANA






Melânia Mendonça Rodrigues
  (Tutora do PET-Pedagogia)



Campina Grande 28 de Maio de 2014.

Antonio Gramsci

Todo Estado é uma ditadura.